Dias de Luz!

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São Gonçalo, Rio de Janeiro, Brazil

Contribuindo para um mundo melhor!

Reflexão, atenção, ação!
Você pode fazer a sua parte e contribuir para um mundo melhor!
Mais humano, mais fraterno, mais poético...
Poetizar a vida!
Humanizar o mundo!
Viver dias melhores!

Imensidão de contrastes...Luz e sombra!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

São Francisco de Assis e sua grandeza, inspirando lindas composições, como essa que nos ajudam a progredir!

A igrejinha de São Damião
Marcus Viana

De cada riso e dor
De cada espinho e flor
Construo a casa do meu senhor
Com o que o mundo abandonou
De cada pedra do chão
Construo o templo do coração
A cada dia que vem
A cada dia que vai
Ergo em mim a casa de meu Pai.

domingo, 1 de novembro de 2009

Em tempos de saudades, lembranças ou dores, o recolhimento traz grandes descobertas e nos aproxima do Pai.

"Meditação elevada, culto à prece, leitura superior e conversação edificante constituem adubo precioso nas raízes da vida."
André Luiz em "Estude e Viva"
Psicografia de Chico Xavier

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Duets

Quase a mesma emoção senti nessa cena do filme Duets, que vi já tem um tempinho...2002, talvez! Pra matar saudade!

Emoção!

Meryl Streep conseguiu se superar nesta interpretação! Emocionante! Que cenário, que vibração! Lindo, lindo, lindo! Vale a pena assistir 500 vezes essa cena!

sábado, 10 de outubro de 2009

DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Mario Quintana

Essa é em homenagem a minha amiga Cláudia, aquela que acredita em meus sonhos e me ajuda a conquistá-los!
Além disso (ou por isso) está na sua fase Mario Quintana e portanto dedico outro...

AH! OS RELÓGIOS

Amigos, não consultem os relógios
quando um dia eu me for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais uns necrológios...

Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida - a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.

Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.

E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém - ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são...

Mario Quintana - A Cor do Invisível

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Que manhã fria...Ah, os autores, as músicas!
Pura inspiração e emoção, na melhor tradução para cada sensação.

"Que a chuva caia como uma luva
Um diluvio um delirio
Que a chuva traga alivio imediato"

***
"Um dia frio
Um bom lugar pra ler um livro
E o pensamento lá em você,
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você,
E tudo me divide"

domingo, 19 de julho de 2009

25 de Janeiro de 2004 - Canto da Alma / Artigos Luiz Alberto Py


Em 1755, no dia de Todos dos Santos (primeiro de novembro), ocorreu, em Portugal, um violento terremoto, que destruiu grande parte de Lisboa. Na ocasião, o Primeiro Ministro, Marquês de Pombal, enfrentou a catástrofe com o lema: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos". Esta formulação simples e direta pode nos ajudar muito. Diversas vezes ocorrem em nossa vida eventos arrasadores. A calamidade é tão grande que por vezes perdemos o discernimento. É a hora de adaptar para a nossa vida a frase do Marquês: "Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos".
Sepultar os mortos significa que não adianta ficar deplorando a tragédia ou se recriminando por ela. É preciso enterrar o passado, parar de pensar sobre o que deveria ter sido e encarar o que está sendo. Cuidar dos vivos representa a importância de tomar conta do presente. Ter cautela com o que sobrou, o que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto, valorizando e usufruindo o que temos de bom em nossa vida. Fechar os portos fala sobre dificultar a possibilidade de que novos problemas apareçam enquanto estamos “cuidando dos vivos e enterrando os mortos” – sarando as feridas na alma. Significa manter o foco na reconstrução, na cura. É desta forma que a história nos ensina. Por isto, quando enfrentamos um terremoto em nossa vida devemos nos lembrar das palavras do Marquês e procurar enterrar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos.
(Este texto foi escrito a partir de uma mensagem recebida pela Internet)

*Também recebi uma mensagem parecida pela internet. Fui em busca de fontes e encontrei esse texto lindo do Luiz Alberto Py.