Contos da Lua Vaga
Beto Guedes
Esperança viva
Que o sangue amansa
Vem lá do espaço aberto
E faz do nosso braço
Um abrigo
Que possa guardar
A vitória do sentimento claro
Vencendo todo medo
Mãos dadas pela rua
Num destino de luz e amor
Vem agora
Quase não há mais tempo
Vem com teu passo firme
E rosto de criança
A maldade já vimos demais
Olha
Sempre poderemos viver em paz
Em tempo
Tanto a fazer pelo nosso bem
Iremos passar
Mas não podemos nunca esquecer
De mais alguém
Que vem
Simples inocentes a nos julgar
Perdidos
As iluminadas crianças
Herdeiras do chão
Solo plantado
Não as ruínas de um caos
Diamantes e cristais
Não valem tal poder
Contos de luar
Ou a história dos homens
Lua vaga vem brincar
E manda teus sinais
Que será de nós
Se estivermos cansados
Da verdade
Do amor
Esperança viva
Que a mão alcança
Vem com teu passo firme
O rosto de criança
A maldade já vimos demais
Do desejo de compartilhar ideais de Paz e Bem, surgiu esse blog. Que a luz do céu traga clareza, discernimento, renovação, inspiração e Paz. Que sejamos veículos de luz e Paz!
Dias de Luz!
Quem sou eu
Contribuindo para um mundo melhor!
Reflexão, atenção, ação!
Você pode fazer a sua parte e contribuir para um mundo melhor!
Mais humano, mais fraterno, mais poético...
Poetizar a vida!
Humanizar o mundo!
Viver dias melhores!
Você pode fazer a sua parte e contribuir para um mundo melhor!
Mais humano, mais fraterno, mais poético...
Poetizar a vida!
Humanizar o mundo!
Viver dias melhores!
Imensidão de contrastes...Luz e sombra!
domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Pro Dia Nascer FELIZ...
"Nadando contra a corrente
Só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar
E a gente dormir, dormir"
***
"Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei..."
Só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar
E a gente dormir, dormir"
***
"Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei..."
terça-feira, 30 de março de 2010
Os dois passarinhos
Os dois passarinhos
O pássaro domesticado vivia na gaiola e, o pássaro livre, na floresta. Mas o destino deles era se
encontrarem, e a hora finalmente havia chegado.
O pássaro livre cantou:
— Meu amor, voemos para o bosque.
O pássaro preso sussurrou:
— Vem cá, e vivamos juntos nesta gaiola.
O pássaro livre respondeu: — Entre as grades não há espaço para abrir as asas.
— Ah, lamentou o pássaro engaiolado - no céu não saberia onde pousar.
O pássaro livre cantou: — Amor querido, canta as canções do campo.
Mas o pássaro preso respondeu: — Fica junto comigo, e eu te ensinarei as palavras dos sábios.
O pássaro da floresta retrucou: — Não, não! As canções não podem ser ensinadas!
E o pássaro engaiolado gemeu: — Ai de mim! Eu não conheço as canções do campo.
Entre eles o amor era sem limites, mas eles não podiam voar asa com asa. Olhavam-se através
das grades da gaiola, mas em vão desejavam se conhecer. Batiam as asas ansiosamente, e
cantavam:
— Chega mais perto, meu amor!
Mas o pássaro livre dizia: — Não posso! Tenho medo de tua gaiola com portas fechadas.
E o pássaro engaiolado sussurrava: — Ai de mim! As minhas asas ficaram fracas e morreram.
coisasquetocam.blogspot.com/2009/10/os-dois-passaros.
O pássaro domesticado vivia na gaiola e, o pássaro livre, na floresta. Mas o destino deles era se
encontrarem, e a hora finalmente havia chegado.
O pássaro livre cantou:
— Meu amor, voemos para o bosque.
O pássaro preso sussurrou:
— Vem cá, e vivamos juntos nesta gaiola.
O pássaro livre respondeu: — Entre as grades não há espaço para abrir as asas.
— Ah, lamentou o pássaro engaiolado - no céu não saberia onde pousar.
O pássaro livre cantou: — Amor querido, canta as canções do campo.
Mas o pássaro preso respondeu: — Fica junto comigo, e eu te ensinarei as palavras dos sábios.
O pássaro da floresta retrucou: — Não, não! As canções não podem ser ensinadas!
E o pássaro engaiolado gemeu: — Ai de mim! Eu não conheço as canções do campo.
Entre eles o amor era sem limites, mas eles não podiam voar asa com asa. Olhavam-se através
das grades da gaiola, mas em vão desejavam se conhecer. Batiam as asas ansiosamente, e
cantavam:
— Chega mais perto, meu amor!
Mas o pássaro livre dizia: — Não posso! Tenho medo de tua gaiola com portas fechadas.
E o pássaro engaiolado sussurrava: — Ai de mim! As minhas asas ficaram fracas e morreram.
coisasquetocam.blogspot.com/2009/10/os-dois-passaros.
Desabafo que vem da alma
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho! (Mário Quintana)
Não podia se diferente!
É de minha natureza humana a escrita na dor, assim como a ânsia por tudo que faz refletir, que inspira, por todo sentimento que se traduz em palavras. Livros, leituras, idéias, músicas...Recortes, colagens, novos formatos!
Além, muito além da dor, é intenso e forte tudo que emana da alma. Sentimentos que dão força a cada novo dia, que impulsionam e fazem perceber a grandeza da vida. Afinal, os dias de sol, os dias de chuva, constantes opostos de luzes e sombras que compõem a música e dança (Ah, a dança!) da vida.
Não podia ser diferente! Eis que sou educadora!
Professora por escolha, mãe por escolha, livre por necessidade!
Afinal, o que é educação senão auto-educação? E que função vazia aquela exercida não para libertação e sim para a prisão!
Frustrações se repetem, desigualdades ganham força, injustiças ferem e deixam marcas. Cicatrizes mais ou menos atenuadas. A humanidade nos conta essa história, mas a providência divina nos oferta o nascer, o viver, o escolher!
Acredito em escolhas de Paz! Acredito em Escolas de Paz!
Espaço de orientação, de portas diariamente aberta às novas gerações, movimento...
Pessoas, gestos, vida, “encontros e despedidas”.
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Eternamente grata,
Professora Andréa Garcia Godoy
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho! (Mário Quintana)
Não podia se diferente!
É de minha natureza humana a escrita na dor, assim como a ânsia por tudo que faz refletir, que inspira, por todo sentimento que se traduz em palavras. Livros, leituras, idéias, músicas...Recortes, colagens, novos formatos!
Além, muito além da dor, é intenso e forte tudo que emana da alma. Sentimentos que dão força a cada novo dia, que impulsionam e fazem perceber a grandeza da vida. Afinal, os dias de sol, os dias de chuva, constantes opostos de luzes e sombras que compõem a música e dança (Ah, a dança!) da vida.
Não podia ser diferente! Eis que sou educadora!
Professora por escolha, mãe por escolha, livre por necessidade!
Afinal, o que é educação senão auto-educação? E que função vazia aquela exercida não para libertação e sim para a prisão!
Frustrações se repetem, desigualdades ganham força, injustiças ferem e deixam marcas. Cicatrizes mais ou menos atenuadas. A humanidade nos conta essa história, mas a providência divina nos oferta o nascer, o viver, o escolher!
Acredito em escolhas de Paz! Acredito em Escolas de Paz!
Espaço de orientação, de portas diariamente aberta às novas gerações, movimento...
Pessoas, gestos, vida, “encontros e despedidas”.
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Eternamente grata,
Professora Andréa Garcia Godoy
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Mulheres que correm com os lobos
"O arquétipo da Mulher Selvagem envolve o ser alfa matrilinear. Há ocasiões em que vivenciamos sua presença, mesmo que transitoriamente, e ficamos loucas de vontade de continuar.(...)Ela também chega a nós através dos sons; da música que faz vibrar o esterno e que anima o coração. Ela chega com o tambor, o assobio, o chamado e o grito. Ela vem com a palavra escrita e falada. Às vezes uma palavra, uma frase , um poema ou uma história soa tão bem, soa tão perfeito que faz com que nos lembremos, pelo menos por um instante, da substância da qual somos feitas e do lugar que é o nosso verdadeiro lar."
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Inspiração
A lua na escuridão da noite,
No silêncio da noite,
brilha e reluz frente aos temores
pesadas e negras nuvens
que se antes eram de algodão
agora geram escuridão.
Ela aguarda, espera, estática...
Passível, intacta!
O todo é belo!
O contraste se faz:
A parcialidade luminosa, abriga o negro do céu
O contrário se faz:
O negro do céu, abriga e cede lugar a luminosidade da lua!
E calmamente tudo se movimenta
E rapidamente tudo acontece na vagarosidade dos segundos
As nuvens de algodão são mais claras e afastam as negras pesadas!
A lua mesmo embaçada mostra-se firme,
Foi nova,
Hoje é crescente
E já, já será cheia para só depois minguar...
Pronta para cumprir seu ciclo
Pronta para cada uma de suas fases!
Hoje estática perante a ameaça da escuridão
Resiste, brilha, inspira a quem pode ver.
As casas dormem e ninguém vê!
E o contorno nebuloso insiste e invade
Mas a luz agora é estável
Tem brilho e parece que triunfa
Longe das pesadas nuvens negras
Mas ainda incoberta de incertezas
Segue sem jamais perder sua força
A certeza daquilo que a gerou
Que brilhe a luz sobre nós!
Que assim só se faz se Deus quiser
E assim se mantém coberta e em paz,
Esperando tudo passar
Ensinando e cumprindo sua missão
E agora já brilha estável
Interage com o Universo onde tudo é ação
E permanece intacta no ciclo de sua missão!
Andréa Godoy – iniciado nas primeiras horas de 28/01/2010 – tempo de ver o espetáculo e aproveitar a lição!
No silêncio da noite,
brilha e reluz frente aos temores
pesadas e negras nuvens
que se antes eram de algodão
agora geram escuridão.
Ela aguarda, espera, estática...
Passível, intacta!
O todo é belo!
O contraste se faz:
A parcialidade luminosa, abriga o negro do céu
O contrário se faz:
O negro do céu, abriga e cede lugar a luminosidade da lua!
E calmamente tudo se movimenta
E rapidamente tudo acontece na vagarosidade dos segundos
As nuvens de algodão são mais claras e afastam as negras pesadas!
A lua mesmo embaçada mostra-se firme,
Foi nova,
Hoje é crescente
E já, já será cheia para só depois minguar...
Pronta para cumprir seu ciclo
Pronta para cada uma de suas fases!
Hoje estática perante a ameaça da escuridão
Resiste, brilha, inspira a quem pode ver.
As casas dormem e ninguém vê!
E o contorno nebuloso insiste e invade
Mas a luz agora é estável
Tem brilho e parece que triunfa
Longe das pesadas nuvens negras
Mas ainda incoberta de incertezas
Segue sem jamais perder sua força
A certeza daquilo que a gerou
Que brilhe a luz sobre nós!
Que assim só se faz se Deus quiser
E assim se mantém coberta e em paz,
Esperando tudo passar
Ensinando e cumprindo sua missão
E agora já brilha estável
Interage com o Universo onde tudo é ação
E permanece intacta no ciclo de sua missão!
Andréa Godoy – iniciado nas primeiras horas de 28/01/2010 – tempo de ver o espetáculo e aproveitar a lição!
Lições da lua
Que haverá com a lua que sempre que a gente a olha é com o súdito espanto da primeira vez? Mário Quintana
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