Não podia deixar de postar, divulgar e declarar minha admiração por Francisco de Assis.O menino italiano de família rica cresceu cercado pelo carinho da mãe e pelos cuidados do pai. Percorria campos, cantarolava no silêncio das madrugadas, inquietava-se...Recebeu a missão, "reconstrói a minha Igreja!"
Pai Francisco, o Santo de Assis, o filho de Bernadone...Aquele que contemplou o sol, a lua, a chuva, a terra...O que conversou e brincou com pardais! Viva Francisco de Assis! Porque ele pode viver em nós e trazer-nos a sua Luz, a sua Paz!
Do desejo de compartilhar ideais de Paz e Bem, surgiu esse blog. Que a luz do céu traga clareza, discernimento, renovação, inspiração e Paz. Que sejamos veículos de luz e Paz!
Dias de Luz!
Quem sou eu
Contribuindo para um mundo melhor!
Reflexão, atenção, ação!
Você pode fazer a sua parte e contribuir para um mundo melhor!
Mais humano, mais fraterno, mais poético...
Poetizar a vida!
Humanizar o mundo!
Viver dias melhores!
Você pode fazer a sua parte e contribuir para um mundo melhor!
Mais humano, mais fraterno, mais poético...
Poetizar a vida!
Humanizar o mundo!
Viver dias melhores!
Imensidão de contrastes...Luz e sombra!
domingo, 3 de outubro de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010

Aos meus amigos, mas principalmente,à minhas amigas:
Um texto da Revista Pais e Filhos deste mês caiu como chuva numa tarde boa de início de férias (como hoje!)...Não! Para ser mais exata, caiu em minhas mãos numa linda manhã de 2ªfeira(12/07) - e mais uma vez me fez exclamar: Meu Deus, que mulher de sorte (?) - LUZ - sou eu! Tão comum, tão normal, com tantos pares, exemplares...encontrando-os cada um a seu tempo e jeito!
Diz a Tetê Pacheco:"Sempre tem um texto dele (Calligaris) em meu caminho." (...)
Pois eu digo: No meu caminho tem sempre uma infinidade de autores colaboradores, todos eles inspirados por Deus, e por isso mesmo inspiradores a mim, já que os encontro sem busca planejada, apenas seguindo o fluxo de energia vital ao qual pertencem ou se destinam...
"É preciso (ao menos tentar!) saber viver!"
Eis o texto...
Re-stars - Ninguém precisa ser uma coisa só na vida (por Tetê Pacheco - publicitária, colunista da Revista Pais e Filhos)
Depois de três anos de total dedicação, deixei meu trabalho. Por total dedicação, leia-se, dezenas de vezes que não busquei meus meninos na escola, não cheguei na hora do jantar, deixei de colocá-los na cama.
Quando você percebe que aquilo que estava no lugar do afeto verdadeiro e único é algo tão frágil quanto um emprego, o mundo desaba um pouquinho. Nos dias que se seguiram ao meu desligamento do trabalho, os meninos perguntavam a todo momento, quase eufóricos:"Mãe, você não vai trabalhar hoje? Você tá de férias? Tá doente, mãe?" E eu, fugindo da resposta.
Bobamente achei que eles iriam ficar decepcionados comigo. Que não iam entender por que coloquei tanta força e energia numa coisa que, puf!, evaporou de uma hora para outra.
O problema maior foi eu ter achado que estava dando mau exemplo a eles, me tornando, com o passar dos anos, um ser com tão pouca capacidade de suportar o insuportável. Fico pensando no quão tolerante as gerações passadas foram. As pessoas passavam a vida num único emprego, às vezes no mesmo escritório e sem mudar os móveis, que eram sólidos e feitos para durar(rs).
Primeiro me deprimi. Depois, fiquei triste. Depois, fiquei eufórica, ou seja, me deprimi de novo.
E só então caiu a ficha. Ou melhor, caiu o Contardo Calligaris.
Sempre tem um texto dele no meu caminho, iluminando tudo com a sua lanterninha mágica de pensamentos. O texto falava sobre a capacidade de se reiventar na vida. O que é considerado por tantos um defeito pode se tornar uma grande qualidade, se soubermos tirar proveito disso. Ninguém precisa ser advogado para sempre, médico para sempre, publicitário para sempre.
De diferentes pontos de vista, podemos e devemos nos reinventar o tempo todo. Essa é a grande riqueza.
Não sou frágil nem tenho pouca tolerância nem tenho que virar o meu avô. Chamei meus filhos, contei a eles o que tinha acontecido, demos muitas boas risadas, planejamos uma viagem de férias e fiquei feliz ao perceber que eles não me viam como eu me via. Uma mãe às vezes trocando o seu papel fundamental por uma pilha de tarefas profissionais. Eles me veem como uma pessoa que está sempre em movimento. Inventando e recortando coisas que valem a pena para montar a imensa e divertida colcha de retalhos que é a nossa vida.
- Alguém duvida que esse texto foi escrito pra mim? Meus amigos sabem do que falo...
- E que ninguém pense que compro Pais e Filhos por pensar em engravidar...Estou grávida de muitas ideias infantis, maternas ... educacionais!
domingo, 6 de junho de 2010
Dias de Paz - Beto Guedes (1998)
Contos da Lua Vaga
Beto Guedes
Esperança viva
Que o sangue amansa
Vem lá do espaço aberto
E faz do nosso braço
Um abrigo
Que possa guardar
A vitória do sentimento claro
Vencendo todo medo
Mãos dadas pela rua
Num destino de luz e amor
Vem agora
Quase não há mais tempo
Vem com teu passo firme
E rosto de criança
A maldade já vimos demais
Olha
Sempre poderemos viver em paz
Em tempo
Tanto a fazer pelo nosso bem
Iremos passar
Mas não podemos nunca esquecer
De mais alguém
Que vem
Simples inocentes a nos julgar
Perdidos
As iluminadas crianças
Herdeiras do chão
Solo plantado
Não as ruínas de um caos
Diamantes e cristais
Não valem tal poder
Contos de luar
Ou a história dos homens
Lua vaga vem brincar
E manda teus sinais
Que será de nós
Se estivermos cansados
Da verdade
Do amor
Esperança viva
Que a mão alcança
Vem com teu passo firme
O rosto de criança
A maldade já vimos demais
Beto Guedes
Esperança viva
Que o sangue amansa
Vem lá do espaço aberto
E faz do nosso braço
Um abrigo
Que possa guardar
A vitória do sentimento claro
Vencendo todo medo
Mãos dadas pela rua
Num destino de luz e amor
Vem agora
Quase não há mais tempo
Vem com teu passo firme
E rosto de criança
A maldade já vimos demais
Olha
Sempre poderemos viver em paz
Em tempo
Tanto a fazer pelo nosso bem
Iremos passar
Mas não podemos nunca esquecer
De mais alguém
Que vem
Simples inocentes a nos julgar
Perdidos
As iluminadas crianças
Herdeiras do chão
Solo plantado
Não as ruínas de um caos
Diamantes e cristais
Não valem tal poder
Contos de luar
Ou a história dos homens
Lua vaga vem brincar
E manda teus sinais
Que será de nós
Se estivermos cansados
Da verdade
Do amor
Esperança viva
Que a mão alcança
Vem com teu passo firme
O rosto de criança
A maldade já vimos demais
sábado, 17 de abril de 2010
Pro Dia Nascer FELIZ...
"Nadando contra a corrente
Só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar
E a gente dormir, dormir"
***
"Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei..."
Só pra exercitar
Todo o músculo que sente
Me dê de presente o teu bis
Pro dia nascer feliz
Pro dia nascer feliz
O mundo inteiro acordar
E a gente dormir, dormir"
***
"Tempo rei, ó tempo rei, ó tempo rei
Transformai as velhas formas do viver
Ensinai-me, ó Pai, o que eu ainda não não sei
Mãe Senhora do Perpétuo socorrei..."
terça-feira, 30 de março de 2010
Os dois passarinhos
Os dois passarinhos
O pássaro domesticado vivia na gaiola e, o pássaro livre, na floresta. Mas o destino deles era se
encontrarem, e a hora finalmente havia chegado.
O pássaro livre cantou:
— Meu amor, voemos para o bosque.
O pássaro preso sussurrou:
— Vem cá, e vivamos juntos nesta gaiola.
O pássaro livre respondeu: — Entre as grades não há espaço para abrir as asas.
— Ah, lamentou o pássaro engaiolado - no céu não saberia onde pousar.
O pássaro livre cantou: — Amor querido, canta as canções do campo.
Mas o pássaro preso respondeu: — Fica junto comigo, e eu te ensinarei as palavras dos sábios.
O pássaro da floresta retrucou: — Não, não! As canções não podem ser ensinadas!
E o pássaro engaiolado gemeu: — Ai de mim! Eu não conheço as canções do campo.
Entre eles o amor era sem limites, mas eles não podiam voar asa com asa. Olhavam-se através
das grades da gaiola, mas em vão desejavam se conhecer. Batiam as asas ansiosamente, e
cantavam:
— Chega mais perto, meu amor!
Mas o pássaro livre dizia: — Não posso! Tenho medo de tua gaiola com portas fechadas.
E o pássaro engaiolado sussurrava: — Ai de mim! As minhas asas ficaram fracas e morreram.
coisasquetocam.blogspot.com/2009/10/os-dois-passaros.
O pássaro domesticado vivia na gaiola e, o pássaro livre, na floresta. Mas o destino deles era se
encontrarem, e a hora finalmente havia chegado.
O pássaro livre cantou:
— Meu amor, voemos para o bosque.
O pássaro preso sussurrou:
— Vem cá, e vivamos juntos nesta gaiola.
O pássaro livre respondeu: — Entre as grades não há espaço para abrir as asas.
— Ah, lamentou o pássaro engaiolado - no céu não saberia onde pousar.
O pássaro livre cantou: — Amor querido, canta as canções do campo.
Mas o pássaro preso respondeu: — Fica junto comigo, e eu te ensinarei as palavras dos sábios.
O pássaro da floresta retrucou: — Não, não! As canções não podem ser ensinadas!
E o pássaro engaiolado gemeu: — Ai de mim! Eu não conheço as canções do campo.
Entre eles o amor era sem limites, mas eles não podiam voar asa com asa. Olhavam-se através
das grades da gaiola, mas em vão desejavam se conhecer. Batiam as asas ansiosamente, e
cantavam:
— Chega mais perto, meu amor!
Mas o pássaro livre dizia: — Não posso! Tenho medo de tua gaiola com portas fechadas.
E o pássaro engaiolado sussurrava: — Ai de mim! As minhas asas ficaram fracas e morreram.
coisasquetocam.blogspot.com/2009/10/os-dois-passaros.
Desabafo que vem da alma
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho! (Mário Quintana)
Não podia se diferente!
É de minha natureza humana a escrita na dor, assim como a ânsia por tudo que faz refletir, que inspira, por todo sentimento que se traduz em palavras. Livros, leituras, idéias, músicas...Recortes, colagens, novos formatos!
Além, muito além da dor, é intenso e forte tudo que emana da alma. Sentimentos que dão força a cada novo dia, que impulsionam e fazem perceber a grandeza da vida. Afinal, os dias de sol, os dias de chuva, constantes opostos de luzes e sombras que compõem a música e dança (Ah, a dança!) da vida.
Não podia ser diferente! Eis que sou educadora!
Professora por escolha, mãe por escolha, livre por necessidade!
Afinal, o que é educação senão auto-educação? E que função vazia aquela exercida não para libertação e sim para a prisão!
Frustrações se repetem, desigualdades ganham força, injustiças ferem e deixam marcas. Cicatrizes mais ou menos atenuadas. A humanidade nos conta essa história, mas a providência divina nos oferta o nascer, o viver, o escolher!
Acredito em escolhas de Paz! Acredito em Escolas de Paz!
Espaço de orientação, de portas diariamente aberta às novas gerações, movimento...
Pessoas, gestos, vida, “encontros e despedidas”.
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Eternamente grata,
Professora Andréa Garcia Godoy
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho! (Mário Quintana)
Não podia se diferente!
É de minha natureza humana a escrita na dor, assim como a ânsia por tudo que faz refletir, que inspira, por todo sentimento que se traduz em palavras. Livros, leituras, idéias, músicas...Recortes, colagens, novos formatos!
Além, muito além da dor, é intenso e forte tudo que emana da alma. Sentimentos que dão força a cada novo dia, que impulsionam e fazem perceber a grandeza da vida. Afinal, os dias de sol, os dias de chuva, constantes opostos de luzes e sombras que compõem a música e dança (Ah, a dança!) da vida.
Não podia ser diferente! Eis que sou educadora!
Professora por escolha, mãe por escolha, livre por necessidade!
Afinal, o que é educação senão auto-educação? E que função vazia aquela exercida não para libertação e sim para a prisão!
Frustrações se repetem, desigualdades ganham força, injustiças ferem e deixam marcas. Cicatrizes mais ou menos atenuadas. A humanidade nos conta essa história, mas a providência divina nos oferta o nascer, o viver, o escolher!
Acredito em escolhas de Paz! Acredito em Escolas de Paz!
Espaço de orientação, de portas diariamente aberta às novas gerações, movimento...
Pessoas, gestos, vida, “encontros e despedidas”.
Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero
Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
Composição: M. Nascimento E F. Brant
Eternamente grata,
Professora Andréa Garcia Godoy
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